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Lisbon, 26 July 2019 (Lusa) – Lisbon, 26 July 2019 (Lusa) – Sardine fishing is now banned on weekends, holidays and Wednesdays, with the catch limit remaining at 5,000 tons until the end of this month to ensure stock recovery.

“In addition to fishing not being allowed on weekends and national holidays, it is also forbidden to fish for sardines on Wednesdays,” read an order published in Diário da República on Thursday.

According to the document, signed by the Secretary of State for Fisheries, José Apolinário, the daily catch limits for vessels with a length of 9 meters or less is 1,012 (45 baskets). For boats longer than 9 meters and up to 16 meters the catch limit is 2,124 (90 hampers) and for vessels over 16 meters of 3,036 (135 hampers).

On the other hand, the “daily maximum catch of sardines calibrated as T4 is 450 kg […] and may not be unloaded and/or offered for sale on Wednesdays other than weekends and national holidays” .

At the beginning of June, José Apolinário announced, in declarations to Lusa, that fishermen could already resume the catch of sardines, after the ban decreed in September 2018, as limits that allow the sustainability of the stock.

“Given the resources we have, we will start fishing with 10,799 tons between Portugal and Spain, which corresponds to 7,181 tons (66.5%) for the Portuguese fleet, of which 5,000 by the end of July” and the remaining 2,181 tons from August, José Apolinário told Lusa at the time.

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This limit was agreed between Portugal, Spain and the European Commission, above the 10,300 tons initially proposed by Brussels.

“Estimates that exist [point]to a slight recovery of biomass, but efforts need to be continued. We recognize that this slight recovery is largely due to the efforts that the sector has been making […], but this recovery has to be visualized and consolidated based on scientific data ”, stressed José Apolinário.

Pesca da sardinha proibida aos fins de semana, feriados e quartas-feiras

Lisboa, 26 jul 2019 (Lusa) – A pesca da sardinha está agora interdita aos fins de semana, feriados e às quartas-feiras, mantendo-se o limite de captura nas 5.000 toneladas até ao final deste mês, de modo a assegurar a recuperação do ‘stock’.

“Além de não ser autorizada a pesca ao fim de semana e dias de feriado nacional passa a ser interdita a pesca da sardinha às quartas-feiras”, lê-se num despacho publicado em suplmento na quinta-feira em Diário da República.

De acordo com o documento, assinado pelo secretário de Estado das Pescas, José Apolinário, os limites diários de captura para embarcações com comprimento igual ou inferior a nove metros é de 1.012 (45 cabazes), para barcos com comprimento superior a nove metros e inferior ou igual a 16 metros de 2.124 (90 cabazes) e para embarcações com comprimento superior a 16 metros de 3.036 (135 cabazes).

Por outro lado, o “máximo diário de capturas de sardinha calibrada como T4 é de 450 kg […], não podendo ser descarregadas e/ou colocadas à venda às quartas-feiras, para além do fim de semana e dias de feriado nacional”.

No início de junho, José Apolinário anunciou, em declarações à Lusa, que os pescadores já podiam retomar a captura de sardinhas, após a interdição decretada em setembro de 2018, como limites que permitem garantir a sustentabilidade do ‘stock’.

“Face aos dados do recurso que temos, vamos começar a pesca com 10.799 toneladas entre Portugal e Espanha, o que corresponde a 7.181 toneladas (66,5%) para a frota portuguesa, das quais 5.000 até ao final de julho e as restantes 2.181 toneladas a partir de agosto,” indicou, na altura, José Apolinário, à Lusa.

Este limite foi acordado entre Portugal, Espanha e a Comissão Europeia, estando acima das 10.300 toneladas inicialmente propostas por Bruxelas.

“As estimativas que existem [apontam]para uma ligeira recuperação da biomassa, mas é necessário continuar os esforços. Reconhecemos que esta ligeira recuperação se deve muito aos esforços que o setor tem vindo a desenvolver […], mas essa recuperação tem que ser visualizada e consolidada com base nos dados científicos”, sublinhou José Apolinário.

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