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A mass, a stamp issue, and concerts are some initiatives that on Thursday, July 23rd, celebrate the centenary of fado singer Amália Rodrigues, who died in 1999.

Amália da Piedade Rebordão Rodrigues, who gave voice to hits such as “Ai, Mouraria”, “Povo que Lavas no Rio” or “Estranha forma de vida”, among others, would today be 100 years old.

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Also today, record label Valentim de Carvalho will issue a box with five records that include recordings unreleased by the fado singer in Paris, as part of the project to publish the complete work of Amália Rodrigues (1920-1999), led by Frederico Santiago.

This year, the record company also plans to publish two albums, “Amália 1970 ensaios,” with unpublished material recorded in studio and at home, and the reissue of the album “Busto” (1962), accompanied by the sessions that gave rise to this record.

The celebrations for the centenary of the Fado singer’s birth begin today with a thanksgiving mass celebrated by Canon Ricardo Ferreira at the Church of S. Vicente de Fora in Lisbon.

This mass, according to a note from the Amália Rodrigues Foundation (FAR), is accompanied by string instruments and poetry reading, featuring the musicians Pedro Marques (Portuguese guitar), Lelo Nogueira (bass guitar) and Tony Queiroz (viola), and is broadcast via ‘streaming’.

At 11:00 a.m., in the nearby Panteão Nacional, where the body of the fado singer has been buried since 2001, the ceremony of presentation of centenary commemorative stamps, by CTT – Correios de Portugal, the post office, takes place, with the presence, among other individuals, of the Minister of Culture, Graça Fonseca.

Last June, in the presentation of the commemorations Graça Fonseca highlighted the “universal dimension of the life and work of Amália Rodrigues”, “whose legacy remains alive and contemporary, both in her voice and in the influence that her talent and example has exerted on generations and generations of Portuguese musicians”.

At the Fado Museum, at 4:30 pm (ET) the Fado singer Camané, accompanied by the pianist Mário Laginha, performs, in a “singular tribute to her universal legacy”, playing the “most emblematic themes” of Amália and Alain Oulman (1928-1990), a composer who “developed a very striking creative relationship with the artist, punctuated by the definitive encounter of classical and erudite poetry with the Fado universe”, announced the institution.

The concert has no face-to-face audience, but can be followed on Facebook, on the pages of the Museu do Fado, the Câmara de Lisboa and EGEAC.

Also in the evening at the former Fado singer’s holiday residence in Brejão, Odemira, the concert “Welcome Sejas Amália” will take place, with musical direction by Jorge Fernando, former diva musician, and the artistic component coordinated by Fado singer and presenter José Gonçalez.

The cast consists of Jorge Fernando, Ricardo Ribeiro, Katia Guerreiro, José Gonçalez, Marco Rodrigues, Fábia Rebordão and Sara Correia.

Fado singer Ana Moura, initially scheduled, will not participate, announced the FAR, which advanced the participation of Filipa Cardoso, replacing the creator of “Dia de Folga”.

Ana Moura “was in recent contact with a person infected with Covid-19, so she was advised to remain in isolation for the next few days. The artist is well and without any symptoms of the disease”, explains the FAR.

The Minister of Culture also attends this show, which will be broadcast by RTP2, and RTPi at 9:00 p.m. E.T. 


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“Welcome to Amália” is a tribute to “one of the most beloved performers of the 20th century”, “for everything she’s done for Fado, for the Portuguese language and culture, and for the honour with which she’s always represented Portugal”, according to a note from the FAR, instituted by the Fado singer in her will.

The show features the participation of musicians Bruno Chaveiro (Portuguese guitar), Bernardo Viana (viola), José Ganchinho (bass viola), António Barbosa (violin), David Zaccaria (cello), Ivo Martins (drums) and Ruben Alves (accordion and piano).

The celebrations of the centenary of the birth of the creator of “Primavera” fado, by various entities, continue until 2021.

NL/AYLS // AYLSA

LUSA

Artigo em Português

Centenário de Amália Rodrigues celebrado hoje com diversas iniciativas

Uma missa, uma emissão filatélica e concertos são algumas iniciativas que hoje celebram o centenário de Amália Rodrigues, que morreu em 1999.

Amália da Piedade Rebordão Rodrigues, que deu voz a êxitos como “Ai, Mouraria”, “Povo que Lavas no Rio” ou “Estranha forma de vida”, entre outros, completaria hoje 100 anos.

Cerimónia de lançamento da emissão de selos comemorativa do centenário do nascimento de Amália Rodrigues, pelos CTT – Correios de Portugal, no Panteão Nacional, em Lisboa, 23 de julho de 2020. MÁRIO CRUZ/LUSA

Também hoje chega ao mercado, com o selo da discográfica Valentim de Carvalho, uma caixa com cinco discos que incluem gravações inéditas da fadista em Paris, no âmbito do projeto de edição da obra completa de Amália Rodrigues (1920-1999), liderado por Frederico Santiago.

Este ano, a discográfica conta ainda editar dois discos, “Amália 1970 ensaios”, com material inédito gravado em estúdio e em casa, e a reedição do álbum “Busto” (1962), acompanhada das sessões que deram origem a este disco.

As celebrações do centenário do nascimento da fadista começam hoje às 09:30, com uma missa de ação de graças celebrada pelo cónego Ricardo Ferreira na Igreja de S. Vicente de Fora, em Lisboa.

Esta missa, segundo nota da Fundação Amália Rodrigues (FAR), é acompanhada por instrumentos de corda e leitura de poemas, contando com os músicos Pedro Marques (guitarra portuguesa), Lelo Nogueira (viola baixo) e Tony Queiroz (viola), sendo transmitida via ‘streaming’.

Às 11:00, no vizinho Panteão Nacional, onde se encontra sepultado o corpo da fadista desde 2001, tem lugar a cerimónia de apresentação da emissão de selos comemorativa do centenário, pelos CTT – Correios de Portugal, com a presença, entre outras individualidades, da ministra da Cultura, Graça Fonseca.

Em junho último, na apresentação das comemorações Graça Fonseca realçou a “dimensão universal da vida e obra de Amália Rodrigues”, “cujo legado permanece vivo e contemporâneo, tanto na sua voz, como na influência que o seu talento e exemplo tem exercido em gerações e gerações de músicos portugueses”.

No Museu do Fado, às 21:30, o fadista Camané, acompanhado pelo pianista Mário Laginha, atua, num “tributo singular ao seu legado universal”, interpretando os “temas mais emblemáticos” de Amália e Alain Oulman (1928-1990), compositor que “desenvolveu uma relação criativa muito marcante com a artista, pontuada pelo encontro definitivo da poesia clássica e erudita com o universo fadista”, anunciou a instituição.

O concerto não tem público presencial, mas pode ser seguido no Facebook, nas páginas do Museu do Fado, da Câmara de Lisboa e da EGEAC.

Também à noite, pelas 22:00, na antiga residência de férias da fadista, no Brejão, concelho de Odemira, realiza-se o concerto “Bem-Vinda Sejas Amália”, com direção musical de Jorge Fernando, ex-músico da diva, e a componente artística coordenada pelo fadista e apresentador José Gonçalez.

O elenco é constituído por Jorge Fernando, Ricardo Ribeiro, Katia Guerreiro, José Gonçalez, Marco Rodrigues, Fábia Rebordão e Sara Correia.

A fadista Ana Moura, inicialmente prevista, não participa, anunciou a FAR, que adiantou a participação de Filipa Cardoso, em substituição da criadora de “Dia de Folga”.

Ana Moura “esteve em contacto recente com uma pessoa infetada com a Covid-19, pelo que foi aconselhada a permanecer em isolamento profilático durante os próximos dias. A artista encontra-se bem e sem qualquer sintoma da doença”, esclarece a FAR.

A ministra da Cultura assiste também a este espetáculo, que será transmitido pela RTP2 e RTPi às 21:00 horas. 

“Bem-vinda sejas Amália” é um espetáculo de homenagem “a uma das mais queridas intérpretes do século XX”, “por tudo o que fez pelo Fado, pela língua e cultura portuguesas, e pela honra com que sempre representou Portugal”, segundo nota da FAR, instituída pela fadista em testamento.


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O espetáculo conta com a participação dos músicos Bruno Chaveiro (guitarra portuguesa), Bernardo Viana (viola), José Ganchinho (viola baixo), António Barbosa (violino), David Zaccaria (violoncelo), Ivo Martins (Bateria) e Ruben Alves (acordeão e piano).

As celebrações do centenário do nascimento da criadora do fado “Primavera”, por diversas entidades, prosseguem até 2021.

NL // TDI

LUSA

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