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Many emigrants are postponing their visit to Portugal this summer due to the fear of losses in income, losing their job, as well as Covid-19, according to the secretary of state for the Portuguese Communities.

In an interview with Lusa, Berta Nunes said that Portugal is a safe country, with the land and air borders open for citizens living in the Schengen area.

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“There is no need to quarantine or bring a negative Covid-19 test,” she said.

And she stressed that “there is no community transmission of the virus in Portugal now that could put people at risk. The risk will be if people do not comply with security measures” such as the use of masks, social distancing and hygiene.

Nunes said that the increase in population in Portuguese villages, which traditionally happens in the summer due to the arrival of emigrants, does not raise significant issues in terms of public health.

But she estimated that this increase would not be as significant as in previous years, because some Portuguese citizens are being pressured to stay away by employers.

Due to the Covid-19, she said that people stayed in a temporary layoff, or similar mechanisms, and so lost some income, as well as other jobs that were secured to save more money and be able to return to Portugal.

A secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes. JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

On the other hand, Berta Nunes has learned that some employers, particularly in Switzerland and Germany, are telling workers that if they have to go into quarantine on their return they may be left without work or not paid for the quarantine period.

Nunes said that unemployment is hitting the whole community, and it is very likely that in some places, it may be hitting Portuguese communities and other emigrant communities more, because, in some situations, it is temporary jobs, in agriculture, tourism, construction. 

When the pandemic was declared, there were many situations where people had to return to Portugal because they were out of work.

The Portuguese government received requests to help people to return to Portugal in these situations of lack of income, activating the envisaged mechanisms.

According to Berta Nunes, €40,000 has been spent on these repatriations so far, a figure far above normal compared to previous years when there were also occasional requests.

Even so, the government said that this increase in requests for repatriation has not been as great as expected, which is due to the protection systems from which the Portuguese benefit in the countries where they work.

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In South Africa, Venezuela, and Peru, the cases of Portuguese in serious situations have been identified and are therefore receiving aid through consulates and channeled by associations.

These are “dozens of Portuguese” who are receiving a sum calculated according to needs and over a period of up to three months.

This aid is part of the extraordinary support that the government has defined in a Covid-19 context, in addition to the €600,000 allocated to associations working with the Portuguese communities in various countries.

This extraordinary support aims to help people and families with difficulties in food, housing, or health problems.

Also, the support to the media in the diaspora has been approved and it will be attributed, namely to those owned by Portuguese, with more than one year of existence and published in Portuguese, or bilingual, with 50% in Portuguese.

The money is allocated on the basis of reported losses and totals 200,000 Euros through the purchase of advertisements from 32 media outlets.

Berta Nunes said that part of this publicity will be used to enlighten Portuguese communities about Covid-19, namely for those thinking of spending the summer in Portugal.


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Other than for financial reasons, around 5,000 Portuguese citizens have so far been helped following the closure of airspace and borders, a situation that persists in some African and South American countries.

Currently, according to Berta Nunes, they still expect help to return to Portugal between two and three hundred people, for various reasons, personal or professional.

SMM/IMYN // ADB.

Lusa

Artigo em Português

Crise afasta mais emigrantes de Portugal que o vírus – Sec. Estado

Mais do que o receio da covid-19, são as perdas no rendimento e o medo de perder o emprego que estão a levar muitos emigrantes a adiar a visita a Portugal neste verão, de acordo com a secretária de Estado das Comunidades Portuguesa.

Em entrevista à agência Lusa, Berta Nunes afirmou que “Portugal é um país seguro”, com as fronteiras terrestres e aéreas abertas para os cidadãos que vivem no Espaço Schengen.

“Não é preciso fazer quarentena nem trazer um teste covid-19 negativo”, disse.

E sublinhou: “Não temos neste momento em Portugal nenhuma transmissão comunitária do vírus que possa pôr em risco as pessoas. O risco será se as pessoas não cumprirem as medidas” de segurança, como o uso de máscara, distanciamento social e higienização.

Berta Nunes disse ainda que o aumento da população nas aldeias portuguesas, que tradicionalmente acontece no verão devido à vinda dos emigrantes, não levanta questões maiores em termos de saúde pública.

“Penso que não haverá problemas desse teor e, desde que as pessoas cumpram as regras, até há menos risco numa aldeia, com menos gente do que numa cidade, que tem maior interação social e muito maior densidade populacional”, acrescentou.

Mas a secretária de Estado calcula que este aumento da população não deverá ser tão significativo como nos anos anteriores, porque “alguns portugueses estão a ser pressionados para ficar” pelos patrões.

Devido à covid-19, especificou, “as pessoas ficaram em lay-off, ou mecanismos semelhantes, e por isso perderam alguns rendimentos”, além de outros trabalhos que asseguravam pontualmente para amealharem mais dinheiro e poderem voltar para Portugal.

“Esta situação de perda de rendimentos é também uma das razões por que algumas pessoas não vêm a Portugal. Porque isso também implica custos e agora não estarão em condições de ter esses custos acrescidos, embora gostassem de vir”, referiu.

Por outro lado, Berta Nunes tomou conhecimento de que alguns patrões, nomeadamente na Suíça e Alemanha, estão a dizer aos trabalhadores que se tiverem de fazer quarentena no regresso podem ficar sem o trabalho ou não lhes ser pago o período da quarentena.

A secretária de Estado confirmou que o desemprego “está a atingir toda a comunidade e é muito provável que em alguns pontos possa estar a atingir mais as comunidades portuguesas e outras comunidades emigrantes, porque em algumas situações são empregos temporários, na agricultura, turismo, construção civil”. 

Aquando da decretação da pandemia registaram-se “muitas situações que as pessoas tiveram de retornar a Portugal, porque ficaram sem o trabalho”.

“Nessas situações de empregos mais precários ou sazonais é normal que existam mais dificuldades, embora existam vários mecanismos de apoio e estes tenham entrado em funcionamento”, declarou.

O Governo português recebeu pedidos de ajuda para as pessoas voltarem a Portugal nessas situações de falta de rendimento, tendo acionado os mecanismos previstos.

“Quando as pessoas têm rendimentos, apenas ajudamos a encontrar um voo. Se as pessoas não têm rendimento, temos uma figura que é o repatriamento em que o consulado avança com o dinheiro e a pessoa depois paga quando chegar a Portugal”.

Segundo Berta Nunes, nestes repatriamentos foram até agora gastos 40 mil euros, um valor “bastante acima do normal” em relação aos anos anteriores, em que também se registam pedidos pontuais.

Ainda assim, a governante considera que este aumento dos pedidos de repatriamento não foi “tão grande como o expectável”, o que se deverá aos sistemas de proteção de que os portugueses beneficiam nos países onde trabalham.

Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, no Palácio das Necessidades, em Lisboa, JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, no Palácio das Necessidades, em Lisboa, JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Na África do Sul, Venezuela e Peru estão identificados os casos de portugueses em situação mais grave e que por isso estão a receber ajuda através dos consulados e também canalizada por associações.

Tratam-se de “dezenas de portugueses” que estão a receber uma verba calculada em função das necessidades e durante um período que pode ir até três meses.

Uma ajuda enquadrada no apoio extraordinário que o Governo definiu em contexto covid-19 e que veio somar aos 600 mil euros atribuídos a associações que trabalham com as comunidades portuguesas em vários países.

Este apoio extraordinário visa ajudar pessoas e famílias com dificuldades na alimentação, alojamento ou problemas de saúde.

Também o apoio aos órgãos de comunicação social na diáspora já foi aprovado e vai ser atribuído, nomeadamente aos que são propriedade de portugueses, têm mais de um ano de existência e são difundidos em português, ou bilingue, com 50% em português.

O dinheiro é atribuído em função das perdas reportadas e totaliza 200 mil euros, através da aquisição de publicada a 32 órgãos de comunicação social.

Berta Nunes referiu que parte dessa publicidade vai ser utilizada para esclarecimento das comunidades portuguesas sobre a covid-19, nomeadamente para quem está a pensar passar o verão em Portugal.


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Sem ser por razões financeiras, foram até agora ajudados cerca de 5.000 portugueses que foram confrontados com o encerramento dos espaços aéreos e das fronteiras, situação que ainda se mantém em alguns países africanos e da América do Sul.

Atualmente, segundo a secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, ainda esperam ajuda para regressar a Portugal entre duas a três centenas de portugueses, por variadas razões, pessoais ou profissionais.

SMM // PJA

Lusa/Fim

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