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His jovial demeanor hides the persona he usually portrays on the screen.  Joseph Oliveira, was born in Bretanha, Island of St. Michael, Azores, and an immigrant since the age of 14 years have been in the American cinema in over 200 movies.

The Oliveira Family arrived in the United States and established residence in Fall River, where they still live.  After attaining his 16th birthday, and being the eldest of 7 children, Joseph quit school and went to work in a textile mill to help his parents.  He was able to finish school by taking courses in the evening.

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“When I worked in the rubber factory there were other workers there that lived in Boston, and they brought in a Boston newspaper that was asking for “extras” for the movie ‘Jaws’ and I was able to get in as a beachgoer in the beach in Martha’s Vineyard; I must have been about 21 years old,” confessed Oliveira during our interview for this publication. 

“I got paid $30.00 for that job, and didn’t even tell my wife, because she was very jealous,” he said laughing.  A short time ago Oliveira published in his Facebook page some old photos with other movie extras from the movies he collaborated in. 

“I always liked the movies, and my father used to takes us to the cinema back there and I saw movies with Amália Rodrigues… and I already had that idea,” remembers Oliveira of his youth in the village he was born in.  “And I always liked to write, and now I have some published books, with my first work in English titled “Destiny of Faith,” he explained.

Photo of Joseph Oliveira
Joseph Oliveira

“All this is with much effort, patience and willpower,” commented Oliveira proud of his career in the movies. 

“I can play any role that they ask of me from the police officer to a gangster, but I have learned much,” he indicated confessing also having made some mistakes.  

Mark Wahlberg, Kevin Bacon, Don Johnson, Joe Pesci and Johnny Depp, are a few of some of the names of movie starts he looks up to, and with whom he was worked. 

“I have worked with Sandra Bullock, and find her a great professional,” he also commented.  “Black Mass”, a movie based on the life of the infamous James (Whitey) Bolger also had the participation of Oliveira. 

Being represented by an agent, Oliveira has received invitations to work in Europe, Asia, and Australia and dedicates himself exclusive to the cinema, writing, and publishing his books.  

“It’s a matter of luck, to be able to make a career of this profession,” said Oliveira, as a matter of warning to anyone interested in following that path in life. 

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“At times we spend many hours filming a scene wherein after it’s edited, it shows only as a matter of a minute or two in the film,” warned Oliveira and it’s in those intervals that he takes advantage of the time to do some writing. 

“It’s not unusual for a movie to take several months of filming for a mere two hours length on the screen,” he commented.

Oliveira continues to work his craft with aspirations that one day he will be singled out by the cinematographic association for an award.  “My dream, the last thing I want to do, is going to the Academy Awards in Hollywood, California,” he said smiling.

“Coronavirus has messed up some plans, because I had a contract to work with Julia Roberts on a picture entitled “City on a Hill” and it had to be postponed for a yet undetermined time,” he shared a bit saddened.  


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However, anyone who meets him on the street, he is still the same José Oliveira from Bretanha, ready to engage in a friendly conversation about his work in the movies, as well as the last soccer game of the Portugal Futebol League. 

His openness is immediately visible and shows himself to be a human being satisfied with life, but still proud of his experience, Portuguese heritage, and Bretanha the place where he was born.

Artigo em Português

 “Desde pequeno que quis ser ator”

A sua maneira jovial esconde a personagem que habitualmente apesenta no ecrã.  Joseph Oliveira, natural da Bretanha, São Miguel, e residente nos EUA desde os 14 anos, já fez parte do elenco no cinema Americano em mais de 200 filmes.

A família Oliveira chegou aos Estados Unidos e ficou radicada em Fall River, onde ainda reside.  Aos 16 anos, e sendo o mais velho de 7 filhos, Joseph desistiu dos estudos e foi trabalhar para uma fábrica têxtil para ajudar os pais, acabando por completar os estudos frequentando a escola noturna.

“Quando trabalhava na fábrica da borracha tinha uns colegas de Boston, e eles trouxeram para o trabalho um jornal de Boston que pedia “extras” para o filme ‘Jaws’ e consegui entrar nessa película como figurante na praia em Martha’s Vineyard; devia ter nessa altura uns 21 anos,” confessou Oliveira durante a entrevista. 

“Recebi por esse trabalho $30.00, e nem contei à minha mulher, porque ela era ciumenta demais,” disse ele rindo.  Ainda há pouco tempo Oliveira publicou na sua página do Facebook fotos antigas tiradas com colegas figurantes dos filmes em que colaborou. 

“Eu sempre gostei de cinema, e o meu pai costumava levar-nos ao cinema e víamos os filmes da Amália Rodrigues … e eu nessa altura já tinha aquela ideia,” recordando Oliveira a sua mocidade na freguesia onde nasceu.  “E sempre gostei de escrever, já tenho vários livros publicados, sendo a minha primeira obra em Inglês intitulada “Destiny of Faith [Fé do Destino],” explicou ele.

Joseph Oliveira

“Isto é tudo feito com esforço, paciência e vontade,” comentou Oliveira orgulhoso da sua carreira cinematográfica.  “Consigo protagonizar qualquer papel que me apresentem desde oficial da polícia a gangster, mas já aprendi muito,” indicou ele confessando também ter cometido vários erros durante a sua carreira.  

Mark Wahlberg, Kevin Bacon, Don Johnson, Joe Pesci e Johnny Depp, são apenas alguns dos nomes do cinema que Oliveira muito estima, e com quem já trabalhou.  “Já trabalhei com a Sandra Bullock, e acho-a uma ótima profissional,” comentou ainda Oliveira. “Black Mass”, um filme baseado na vida do infame James (Whitey) Bolger também contou com a participação de Oliveira. 

Representado por um agente artístico, Oliveira já recebeu convites para trabalhar na Europa, Ásia e Austrália e dedica-se exclusivamente a trabalhar no cinema, a escrever e a publicar os seus livros.  

“E uma questão de sorte, conseguir fazer carreira nesta profissão,” disse Oliveira, a título de aviso para quem esteja interessado a seguir este rumo na vida.  “Por vezes passamos horas e horas a filmar uma cena que no fim quando o filme é editado, só aparece apenas um minuto ou dois no filme,” alertou Oliveira que nesses intervalos de filmagens é quando aproveita a oportunidade para escrever.  “Não é fora do comum levar vários meses de filmagens para uma película que leva apenas duas horas a passar no ecrã do cinema,” comentou ele.

Oliveira continua a trabalhar na sua carreira com a esperança de um dia ser destacado pela associação cinematográfica com algum prémio de destaque.  “O meu sonho, a última coisa que eu queria fazer, era ir ao Academy Awards em Hollywood, na Califórnia,” disse ele sorrindo.

“O Coronavirus veio estragar-me uns planos, porque eu tinha um contrato para trabalhar com a Julia Roberts no filme “City on a Hill” e ficou adiado popr tempo indeterminado,” contou ele com alguma decepção.  


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No entanto, quem o vir passar na rua, continua a ser o José Oliveira da Bretanha, pronto para “dois dedos” de conversa amistosa sobre as suas apresentações na tela de cinema, ou sobre o último jogo da Liga Portuguesa de Futebol.  A sua franqueza é imediatamente visível e mostra-se como um ser humano satisfeito com a vida, e muito orgulhoso da sua vivência, da herança Portuguesa, e da Bretanha que lhe serviu de berço.

With Tyler Bowe at ‘Casa dos Açores da Nova Inglaterra’ promoting Portuguese in California Documentary
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