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The Minister of Foreign Affairs on Wednesday considered that Portugal’s image has been reinforced by the Covid-19 crisis, claiming that political unity had been achieved by keeping democracy alive and preserving the response capacities, for example of the National Health System (NHS).

“The image of the country is reinforced in this crisis in different dimensions”, due to, on the one hand, “the political unity and institutional consultation [achieved], keeping all the constituent elements of a living democracy with a multi-party parliamentary basis. This idea of political unity is one of the most important points for the country’s image,” Augusto Santos Silva said in the parliamentary committee on Economy, Innovation, Public Works and Housing.

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In addition, the capacity to respond has been preserved, added the minister, underlining that it is the “most important element”.

  • A man rides a bicicle at Comercio Square without people due to the coronavirus COVID-19 pandemic, in Lisbon, Potugal. Photo: MANUEL DE ALMEIDA/LUSA
  • Augusta street, one of the most touristy streets in Lisbon completely empty.Since the coronavarirus crises the Lisbon transports are free. Photo: MANUEL DE ALMEIDA/LUSA
  • A user inside a Lisbon tram 23 March 2020. Since the coronavarirus crises the Lisbon transports are free. Photo:  MANUEL DE ALMEIDA/LUSA
  • Aerial view of the Praça do Comércio square  in Lisbon, Portugal. Photo: ANTÓNIO COTRIM/LUSA

“The resilience of the SNS [National Health Service] is one of the most important elements in the circles that count in Europe: the political, economic, business, union and naturally also the public opinion,” Santos Silva said.

Questioned by the Deputies, the minister admitted the export sector will be one of the most penalized with the current crisis but considered that recovery to the 2019 level should happen in “two to three years.

“According to EU forecasts, it is possible that the fall in Portuguese exports will reach 14%, but this fall we all foresee will be cyclical,” Santos Silva said, adding that “the same forecasts point to a recovery of 13% in Portuguese exports the following year.

Despite not expecting the 2021 level of the economy to be the same as last year, the minister said that the government’s forecast of recovery in two to three years, “is more than comfortable”.

The minister also considered that the response to the crisis should not be made through austerity, but “through investment by all” and “betting on new opportunities.

Although Santos Silva admitted that the accumulation of debt by the State is a mistake, he implied that going to the debt market is inevitable.

The State “has suffered the consequence of the slowdown in economic activity, which is the decrease in tax revenue and, at the same time, has increased its expenditure very significantly, both with credit lines and with resources that it makes available to families, individuals, and companies.”

The State has to finance itself “much more than what was foreseen in the State Budget for 2020”, and “this need for State funding will grow in the coming months because in the recovery phase of the economy more funding will also be needed”.

On the other hand, “one of the lessons of this crisis in Europe is the importance of not losing sight of the state’s social expenditure because it is this that guarantees the capacity to respond in terms of health and social protection,” Santos Silva said.

To overcome the situation, by achieving lower costs and longer payment terms, Augusto Santos Silva considered that the best solution is for EU member states to ask the market for financing together.

“If we go to the market together, if the European Commission goes on our behalf, we will all get a double benefit: more generous moratoria, more manageable repayment terms and lower if not non-existent interest rates”, he said.

On the other hand, he added, this cooperation allows “speculative attacks on the market, the vultures, to have less grass to feed themselves”.


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Listening today in committee to Portugal’s strategy to overcome the economic crisis caused by the Covid-19 pandemic, the foreign minister said the government wants to transform the country into a “powerful industrialisation ‘cluster’ in Europe”.

“The first axis [of Portuguese strategy]is that Portugal wants to be at the forefront of the reindustrialisation of Europe and wants to put at the service of Europe its enormous industrial capacities”. 

According to Santos Silva, the economic crisis caused by the lockdown has forced him to “learn some lessons that could be an opportunity for Portugal and Europe”. 

One of those lessons is that the European economy needs to be reindustrialised, which, according to Augusto Santos Silva, could be an opportunity for Portugal.

PMC/AYLS // AYLS

Lusa

Artigo em Português

Covid-19: MNE defende que imagem de Portugal sai reforçada da crise

Lisboa, 06 mai 2020 (Lusa) – O ministro dos Negócios Estrangeiros considerou hoje que a imagem de Portugal sai reforçada da crise de covid-19, alegando que se conseguiu unidade política mantendo a democracia viva e preservando as capacidades de resposta, por exemplo do SNS.

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“A imagem do país sai reforçada nesta crise em diferentes dimensões”, devido, por um lado, “à unidade política e concertação institucional [conseguidas], mantendo todos os elementos constituintes de uma democracia viva de base parlamentar pluripartidária. Esta ideia de unidade política é um dos pontos mais importantes para a imagem do país”, afirmou Augusto Santos Silva na comissão parlamentar de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação.

Além disso, foi preservada a capacidade de resposta, acrescentou o ministro, sublinhando ser o “elemento mais importante”.

  • The Minister of Foreign Affairs, Augusto Santos Silva, meeting with the Commission of Foreign Affairs and Portuguese Communities Photo: Miguel A. Lopes/Lusa
  • The Minister of Foreign Affairs, Augusto Santos Silva, meeting with the Commission of Foreign Affairs and Portuguese Communities Photo: Miguel A. Lopes/Lusa
  • The Minister of Foreign Affairs, Augusto Santos Silva, meeting with the Commission of Foreign Affairs and Portuguese Communities Photo: Miguel A. Lopes/Lusa
  • The Minister of Foreign Affairs, Augusto Santos Silva, meeting with the Commission of Foreign Affairs and Portuguese Communities Photo: Miguel A. Lopes/Lusa
  • The Minister of Foreign Affairs, Augusto Santos Silva, meeting with the Commission of Foreign Affairs and Portuguese Communities Photo: Miguel A. Lopes/Lusa

“A resiliência do SNS [Serviço Nacional de Saúde] é um dos elementos mais postos em relevo nos círculos que contam na Europa: os círculos políticos, económicos, empresariais, sindicais e naturalmente também a opinião publica”, referiu Santos Silva.

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Questionado pelos deputados, o ministro admitiu que o setor das exportações vai ser um dos mais penalizados com a atual crise, mas considerou que a recuperação para o nível de 2019 deverá acontecer em “dois a três anos”.

“De acordo com as previsões da União Europeia, é possível que a queda nas exportações portuguesas chegue aos 14%, mas essa queda todos prevemos que seja conjuntural”, disse Santos Silva, acrescentando que “as mesmas previsões apontam para uma recuperação, logo no ano seguinte, das exportações portuguesas em 13%”.

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Apesar de não esperar que o nível da economia seja, em 2021, idêntico ao do ano passado, o ministro adiantou que a previsão do Governo, de recuperação em dois a três anos, “é mais do que confortável”, sendo “mesmo prudente e timorata”.

O ministro considerou ainda que a resposta à crise não deve ser feita através de austeridade, mas sim “através de investimento de todos” e “de aposta em novas oportunidades”.

Embora tenha admitido que a acumulação de dívida pelo Estado é um erro, Santos Silva deixou implícito considerar que ir ao mercado de dívida é inevitável.

O Estado “tem sofrido a consequência lógica do abrandamento da atividade económica que é a diminuição da receita fiscal e, ao mesmo tempo, tem aumentado muito significativamente a sua despesa, quer com linhas de crédito quer com recursos que põe ao dispor das famílias, das pessoas e empresas”, lembrou.

Isto implica, segundo disse, que o Estado tem de se financiar “muito mais do que o que estava previsto no Orçamento de Estado para 2020”, sendo que “essa necessidade de financiamento do Estado vai crescer nos próximos meses porque na fase de recuperação da economia também será necessário mais financiamento”.

Por outro lado, “um dos ensinamentos desta crise na Europa é a importância de não perder de vista a despesa social do Estado porque é essa que garante a capacidade para responder em termos de saúde e proteção social”, referiu Santos Silva.

Para ultrapassar a situação, conseguindo menores custos e prazos de pagamento mais alargados, Augusto Santos Silva considerou que a melhor solução é os Estados-membros da União Europeia pedirem, juntos, financiamento ao mercado.

“Se formos juntos ao mercado, se a Comissão Europeia for em nosso nome, obteremos todos um duplo benefício: moratórias mais generosas, prazos de amortização mais geríveis e juros mais baixos se não mesmo inexistentes”, defendeu.

Por outro lado, acrescentou, essa cooperação permite que “os ataques especulativos no mercado, os abutres, tenham menos pasto para se alimentar”.

Ouvido hoje em comissão parlamentar para conhecer a estratégia de Portugal para ultrapassar a crise económica provocada pela pandemia da covid-19, o ministro dos Negócios Estrangeiros disse que o Governo quer transformar o país um “poderoso ‘cluster’ da industrialização na Europa”.

“O primeiro eixo [da estratégia portuguesa]é que Portugal quer estar na linha da frente da reindustrialização da Europa e quer pôr ao serviço da Europa as suas enormes capacidades em matéria industrial”, afirmou Augusto Santos Silva numa audição da comissão de Economia, Inovação, Obras Públicas e Habitação que decorre hoje de manhã.

“Portugal quer ser um fator de industrialização, um ‘cluster’ industrial poderoso na Europa da reindustrialização”, avançou o ministro.


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Segundo Santos Silva, a crise económica provocada pelo confinamento e o encerramento das atividades económicas no âmbito da pandemia do novo coronavírus obrigou a “aprender algumas lições que poderão ser uma oportunidade para Portugal e Europa”. 

Uma dessas lições é que a economia europeia precisa de uma reindustrialização, o que, segundo Augusto Santos Silva, pode ser uma oportunidade para Portugal.

PMC // FPA

Lusa/Fim

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