Live Updates COVID-19 CASES
  • USA 7,132,382
    USA
    Confirmed: 7,132,382
    Active: 2,543,768
    Recovered: 4,382,266
    Death: 206,348
  • Brazil 4,624,885
    Brazil
    Confirmed: 4,624,885
    Active: 493,022
    Recovered: 3,992,886
    Death: 138,977
  • Canada 147,522
    Canada
    Confirmed: 147,522
    Active: 10,858
    Recovered: 127,422
    Death: 9,242
  • Portugal 70,465
    Portugal
    Confirmed: 70,465
    Active: 22,247
    Recovered: 46,290
    Death: 1,928
  • Mozambique 7,262
    Mozambique
    Confirmed: 7,262
    Active: 2,863
    Recovered: 4,350
    Death: 49
  • Cabo Verde 5,412
    Cabo Verde
    Confirmed: 5,412
    Active: 521
    Recovered: 4,837
    Death: 54
  • Angola 4,363
    Angola
    Confirmed: 4,363
    Active: 2,731
    Recovered: 1,473
    Death: 159
  • Timor-Leste 27
    Timor-Leste
    Confirmed: 27
    Active: N/A
    Recovered: 27
    Death: N/A
Keep us connected

Hundreds of lab coats paid for and made by volunteers will be delivered to health professionals of Caldas da Rainha hospital. This is a solidarity movement that is involving more and more people every day, who are committed to contributing to protective equipment for individuals.

The idea came when a social worker from the hospital asked Cheila Mendes, a seamstress, to make some lab coats “in a cheap fabric” because it would be the doctors and nurses themselves who would pay for the cost of that protective equipment.

LusoAds – Advertisement

Luso Ads

Committed to compensating the professionals “for the enormous effort they are making,” Cheila decided to go further and on Wednesday, she launched an appeal on the social network Facebook to anyone who wanted to contribute to the purchase of fabric, so she could sew more lab coats.

  • Sónia Mendes (D) and Cheila Mendes (E), are two sisters, one is a seamstress and the other helps in the project where hundreds of gowns are paid and made by volunteers. PHOTO CARLOS BARROSO/LUSA
  • Sónia Mendes (D) and Cheila Mendes (E), are two sisters, one is a seamstress and the other helps in the project where hundreds of gowns are paid and made by volunteers. PHOTO CARLOS BARROSO/LUSA
  • Orlando Fernandes, owner of the company Sonapel, PHOTO CARLOS BARROSO/LUSA

Sónia Mendes, Cheila’s sister, took over the management of the page and since then both have had their hands full to carry out the solidarity movement, which already has 25 people making lab coats.

Orlando Fernandes, the owner of the company Sonapel, joined the partnership, committing to sell at cost of 90 cents, the TNT (non-woven fabric) used for the lab coats.

Between bank transfers and payments in the store, he has already sold “about 600 meters of fabric” and, although the place is closed to the public, “he will continue every day to deliver the amount that is being paid.”

Orlando Fernandes, owner of the company Sonapel, PHOTO CARLOS BARROSO/LUSA
Orlando Fernandes, owner of the company Sonapel, PHOTO CARLOS BARROSO/LUSA

The initiative is growing in such a way that “the neutral colors are practically running out” and Orlando begins to wonder “for how long there will be material”.

From the workshop of the Mendes sisters, the fabric now leaves for “some people who cut, others who sew, others who will make the pick-ups and deliveries to prevent people from walking on the street,” says Cheila.

About 250 lab coats will be delivered in the next few days to the local hospital, in the district of Leiria, where they will be submitted to a sterilization process before being used.

LusoAds – Advertisement

But neither the sisters nor “the many volunteers who were asked to contribute, with money or with work,” are willing to stop them here.

“Each professional wears about three lab coats a day, more is needed,” says Cheila, who has been asked in the meantime to “make boots that cover feet and legs”.

The sisters are now trying to partner with more companies that can provide fabric, although none have yet agreed to do it at affordable prices like Sonapel.

A brand of sewing machines has made machines available to seamstresses and, they assure Mendes, that “every day there are contacts of people, even from Lisbon, wanting to help”.

You might like to read:

“There is, in fact, a lot of difficulty in supplying these machines, even though we have orders placed and are waiting for them to be replaced,” said Elsa Baião, president of the board of directors of the Centro Hospitalar do Oeste, where the Caldas Rainha Hospital is integrated, welcoming with “satisfaction” this “wave of solidarity”.

LusoAds – Advertisement

Luso Ads

In social media, there are also requests from the health units of the municipality, asking for the donation of surgical masks, eye protection, lab coats, or disposable coveralls, gloves, caps and, waterproof and disposable footwear protection.

Questioned by Lusa, the Lisbon and Tagus Valley Regional Health Administration clarified that the Health Department and the Ministry of Health are “making every effort to provide health professionals with all the necessary individual protection equipment”.

But until then, if the will of the Mendes sisters is fulfilled, as long as there is a lot more fabric, many more lab coats will come out of the solidarity hands for the health professionals.

Artigo em Português

Voluntários pagam tecidos e costuram batas para o Hospital das Caldas da Rainha

Caldas da Rainha, Leiria, 21 mar 2020 (Lusa) – Centenas de batas pagas e confecionadas por voluntários vão ser entregues aos profissionais de saúde das Caldas da Rainha num movimento solidário que está a envolver cada dia mais pessoas empenhadas em contribuir com equipamentos de proteção individual.

A ideia surgiu quando uma assistente social do hospital pediu a Cheila Mendes, costureira, para confecionar algumas batas, “num tecido baratinho”, porque seriam os próprios médicos e enfermeiros a suportar o custo daquele equipamento de proteção.

Sónia Mendes (D) and Cheila Mendes (E), are two sisters, one is a seamstress and the other helps in the project where hundreds of gowns are paid and made by volunteers. PHOTO CARLOS BARROSO/LUSA
Sónia Mendes (D) e Cheila Mendes (E), são duas irmãs, uma é costureira e outra ajuda no projeto onde centenas de batas pagas e confecionadas por voluntários FOTO CARLOS BARROSO/LUSA

Empenhada em compensar os profissionais “pelo enorme esforço que estão a fazer”, Cheila resolveu ir mais longe e na quarta-feira lançou na rede social Facebook um apelo a quem quisesse contribuir para a compra de tecido, para que pudesse costurar mais batas.

LusoAds - Advertisement

Sónia Mendes, irmã, ficou com a gestão da página e desde então nenhuma das duas tem mãos a medir para levar por diante o movimento solidário, que já conta com 25 pessoas a fazer batas.

Orlando Fernandes, proprietário da empresa Sonapel, entrou na parceria, comprometendo-se a vender a preço de custo, 90 cêntimos, o TNT (tecido não-tecido) usado para as batas.

LusoAds - Advertisement

Entre transferências bancárias e pagamentos na loja já vendeu “cerca de 600 metros de tecido” e, apesar de o espaço estar fechado ao público, “vai continuar todos os dias a fazer a entrega da quantidade que for sendo paga”.

A iniciativa está a crescer de tal forma que “as cores neutras estão praticamente a acabar” e Orlando começa a questionar “até quando haverá material”.

Do ateliê das manas Mendes o tecido parte agora para “algumas pessoas que cortam, outras que cosem, outras que vão fazer as recolhas e as entregas para evitar que as pessoas andem na rua”, conta Cheila.

Cerca de 250 batas vão nos próximos dias ser entregues no hospital local, no distrito de Leiria, onde serão sujeitas a um processo de esterilização antes de serem usadas.

Mas nem as irmãs nem “os muitos voluntários que pedem para contribuir, com dinheiro ou com trabalho”, estão dispostos os ficar por aqui.

“Cada profissional usa cerca de três batas por dia, é preciso mais”, diz Cheila, a quem já pediram entretanto para “fazer botas que cubram os pés e as pernas”.

As irmãs tentam agora mais parcerias com empresas que possam fornecer tecido, embora para já ainda nenhuma tenha acedido a fazê-lo a preço de custo, como a Sonapel.

Uma marca de máquinas de costura disponibilizou máquinas para as costureiras e, asseguram as Mendes, “todos os dias há contactos de pessoas, até de Lisboa, a querer ajudar”.

“Há de facto muita dificuldade de fornecimento desses equipamentos, apesar de termos encomendas feitas e aguardarmos reposição”, disse à agência Lusa Elsa Baião, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar do Oeste, onde se integra o Hospital das Caldas Rainha, saudando com “satisfação” esta “onda solidária”.

Nas redes sociais há também apelos de unidades de saúde do concelho, apelando à doação de máscaras cirúrgicas, proteções oculares, batas, ou macacões descartáveis, luvas, toucas e proteção de calçado impermeável e descartável.

Talvez goste de Ler:

Questionada pela Lusa, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo esclareceu que a Direção-Geral da Saúde e o Ministério da Saúde estão “a envidar todos os esforços para dotar os profissionais de saúde de todo o equipamento de proteção individual necessário”.

Mas, até lá, a cumprir-se a vontade das irmãs Mendes, desde que haja tecido muitas mais batas sairão das mãos solidárias para os profissionais de saúde.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, infetou mais de 250 mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 10.400 morreram.

Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde elevou na sexta-feira o número de casos confirmados de infeção para 1.020, mais 235 do que na quinta-feira. O número de mortos no país subiu para seis.

DA // ROC

LusoAds – Advertisement

Lusa/Fim

LusoAds – Advertisement
Share.

About Author

Leave a Reply

en_USEnglish
pt_PTPortuguês en_USEnglish